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11 de dezembro de 2010

Novo "time de musas" no Congresso

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Nesta sexta-feira (10/12), o jornal O Globo publicou em sua página na internet o novo "time de musas" a ocupar cadeira na Câmara Federal a partir de 2011. Há uma votação para eleger a parlamentar mais bonita.
O destaque é para a Deputada Manuela d’Ávila (PCdoB/RS), reeleita para a Câmara Federal.  Manuela disse ao O Globo  que a imagem de “deputada bonitona” não a incomoda, mas que desde sua chegada à Câmara impõe respeito para provar que também é competente.

O partido com o maior número de musas é o  Progressista (PP),  com três candidatas. Já o estado do Espírito Santo  tem duas representantes no “time de beleza “ do Congresso, Sueli Vidigal (PDT), reeleita com 141.578 mil votos, e a cantora Lauriete (PSC) eleita para o seu primeiro mandato na Câmara Federal com 69.818 votos.
Das 45 parlamentares eleitas e reeleitas, apenas 10 nomes são apontados pelo veículo para concorrer ao título “Musa das musas” do Congresso Nacional. São elas:
- Manuela d’Ávila (PCdoB/RS)
- Bruna Furlan ( PSDB/SP)
- Cida Borghetti (PP/PA)
- Iracema Portela (PP/PI)
- Flávia Morais (PDT/GO)
- Rebeca Garcia (PP/AM)
- Jaqueline Roriz (PMN/DF)
- Teresa Jucá (PMDB/RR)

Vote na “Musa do Congresso” em O Globo.

Por: Renata Moreira

11 de novembro de 2010

Deputada quer mulheres em metade do ministério de Dilma

Foto/Divulgação
Por: Agência Congresso

Deputada quer mulheres em metade do ministério de Dilma

BRASÍLIA - AGÊNCIA CONGRESSO - A deputada federal reeleita, Sueli Vidigal (PDT/ES) falou à Agência Congresso sobre as expectativas em relação ao governo da primeira mulher presidente do Brasil.

Sueli participou ontem da reunião da bancada capixaba no Congresso, que discutiu o orçamento de 2011. A deputada defende que metade dos membros da equipe de governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, seja composta por mulheres.

AG.Congresso: Como a senhora classifica a eleição da primeira mulher presidente do Brasil?

Sueli Vidigal: Primeiro eu acho que foi o maior avanço, um momento histórico para o país, onde tivemos a oportunidade de eleger a primeira mulher presidente. Na condição de mulher, estou extremamente feliz. Na condição de parlamentar, estou muito otimista - avalio que a presidenta vai dar sequência as políticas sociais do presidente Lula e avançar as politicas sociais que contemplam as mulheres - foi uma promessa dela de campanha, ela se comprometeu a honrar as mulheres no seu governo.

Tenho certeza que o estado do Espírito Santo, apesar de ser pequeno, terá atenção especial da presidenta. O governador eleito teve a oportunidade de trabalhar na campanha, convidado pela Dilma, então eu tenho certeza de que as obras, as ações que estão esquecidas, terão mais atenção do governo.

AG.Congresso: Na sua opinião, como deve ser a presença feminina neste novo governo?

Sueli Vidigal: Eu diria que deveria ter um grande número de mulheres na equipe de governo da Dilma e eu acredito nisso. Por que não, meio a meio? Seria razoável se a equipe fosse composta de 50% de homens e 50% de mulheres.

AG.Congresso: A senhora obteve resposta da Câmara sobre a consulta que fez em relação a criação de um fundo social, que receberia o 14º salário (R$ 16 mil) dos parlamentares que são contra o benefício?

Sueli Vidigal: Eu ainda estou aguardando. Acredito que, no mais tardar, semana que vem a gente obtenha a resposta. Mas se não for possível destiná-lo ao fundo, vou doar para o Hospital Infantil de Vitória-ES.

Ruth Helena - Agência Congresso

1 de novembro de 2010

Bate papo com a deputada Sueli Vidigal (PDT-ES)

Deputada Sueli Vidigal criou vários projetos de
políticas públicas em defesa da mulher
Foto/Divulgação
O Blog Mulher no Poder nesta quinta-feira (28/10) realizou uma entrevista com a Deputada Federal Sueli Vidigal (PDT/ES) por telefone. Em proporcionalidade, o estado que elegeu a maior bancada feminina foi o Espírito Santo. Dos dez representantes da unidade federativa, quatro são mulheres e uma das é Sueli Vidigal reeleita com 141.578 mil votos, cerca de 7,51% dos votos válidos. O tema da entrevista é o “Fortalecimento da Mulher no Poder Legislativo”.
A deputada fez um retrospecto geral no Brasil, atenuando o direito de voto e candidatura para a mulher brasileira que aconteceu em 1932 no governo de Getúlio Vargas. Citou grandes nomes da luta feminina, pessoas nas quais fez história no século XX, como a paulista Carlota Queiroz, primeira deputada do país, Eunice Michiles primeira senadora, Roseana Sarney eleita primeira governadora de um estado brasileiro e a senadora Benedita da Silva, primeira mulher negra a presidir uma sessão do Congresso Nacional.

Uma das tensões que acompanha os sistemas democráticos ocidentais contemporâneos refere-se à sub representação feminina no campo político. Diversos estudos têm contribuído para compreender os mecanismos de exclusão política das mulheres e sua participação nos processos de tomada de decisões e nas instâncias de poder.

Sueli Vidigal criou vários projetos de políticas públicas em defesa da mulher. Entre eles, temos destaque para os PLs de nº 3748/2008 que autoriza o Poder Executivo a conceder pensão às mães que mantenham criança nascida de gravidez decorrente de estupro; o PL 4765/2009 que institui no Calendário Oficial do País o “Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil”; PL 5625/2009 que cria o Regime Especial de atendimento à Mulher Vítima de Agressão Física junto ao Sistema Único de Saúde – SUS; e ainda o PL 5863/2009 que institui o programa de proteção individual as policiais do sexo feminino, que consiste na obrigatoriedade do uso de colete à prova de balas com designer anatômico para o sexo feminino na região torácica, aos moldes dos sutiãs, em todo o país.


Foto/Divulgação

“Quero lembrar que as ações afirmativas vêm sendo implementadas no campo da política e que incidem diretamente sobre as eleições proporcionais isto é, aos cargos do legislativo. Resultado de iniciativa de diversos segmentos da sociedade especialmente da bancada feminina do Congresso Nacional no qual me orgulha ser uma das vice-presidentes. Falo também que do movimento de mulheres e de organizações não governamentais.”, diz Sueli Vidigal.

 Do total de 6.028 registros apresentados pelos partidos, pouco mais de 22% configuram candidaturas de mulheres. Índice ainda aquém do estipulado pela Lei Eleitoral 9.504/97 que determina um percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas para os cargos proporcionais, obrigatórias desde 2009.

 “No âmbito das eleições para Deputados, o número de mulheres eleitas vem crescendo, mesmo com a diminuição nessas eleições, somos hoje 8% das cadeiras na Câmara dos Deputados num total de 42 parlamentares. Ainda é um número pequeno, para um universo de 513 parlamentares, mas representa uma grande conquista para todas as mulheres brasileiras.”, Sueli afirma.



Por: Suélem Santos e Renata Moreira