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20 de janeiro de 2011

Dilma, um novo estilo no Planalto

Cristiana Lôbo do G1, analisa os primeiros 20 dias de atuação de Dilma Rousseff como  “Presidenta” da República. Confira:


[Em 20 dias no Palácio do Planalto, Dilma Rousseff já imprimiu seu estilo: na gestão, ela vai no detalhe. A preocupação é o que ela chama de “melhorar a qualidade do gasto público” e no dia a dia do governo, o cumprimento de uma carga horária de mais de dez horas por dia – com uma parada para um lanchinho no meio da tarde. Os ministros contam que Dilma não se contenta com uma resposta genérica às perguntas que faz sobre os problemas que vão surgindo. Ela quer saber o que motivou aquela decisão.
- O histórico da decisão não a convence; é preciso dizer o porquê desta ou daquela decisão, revela um auxiliar.
A esta altura do governo, Dilma quer cortar gastos e já ordenou uma espécie de “pente fino” na folha de pagamento da União. O Ministério do Planejamento já começou a “congelar” cargos de confiança em vários ministérios. Essas vagas vão ficar à disposição do governo para quando for necessário nomear um gestor para um ou outro ministério.
Ao contrário de Lula que de tudo falava e diariamente discursava, Dilma é mais recatada. Esta semana, por exemplo, se deixou fotografar apenas uma vez – quando recebeu em audiência do vice-presidente do Banco Mundial, Otaviano Canuto. Ela tem usado a maior parte do seu tempo para conversar com ministros.

18 de novembro de 2010

Posse da Presidente Eleita

 
                                             Foto: F. Stuckert
Dilma do Brasil

A cerimônia de posse da presidente eleita Dilma Rousseff terá cerca de 1700 convidados. Com início previsto para 16h ou 17h do dia 1º de janeiro de 2011. A hora exata ainda depende de entendimento entre Dilma e José Sarney (Presidente do Senado Federal).

O evento ocorrera à tarde para permitir que os governadores eleitos tomem posse antes de se deslocarem para assistir à cerimônia em Brasília.

Segundo a Agência Senado, Dilma chegará ao Congresso Nacional pela Esplanada dos Ministérios, a bordo do Rolls Royce presidencial. Para os organizadores, seria conveniente que a posse no Plenário do Congresso, se desse às 16h, de modo que Dilma tenha tempo para chegar ao Parlatório do Palácio do Planalto, ainda à luz do dia, de onde ela, já portando a faixa presidencial, acenará para a multidão.

Por: Francisco Stuckert
Fonte: G1 e Agência Senado

25 de outubro de 2010

Uma terceira mulher aparece!

Nove partidos lançaram seus candidatos à faixa presidêncial nas eleições de 2010. Dentre eles o PSTU registrou o pedido no TSE de José Maria de Almeida (Zé Maria) à Presidência da República. O mais interessante é saber que o vice-presidente é uma mulher, a ex-candidata Cláudia Alves Durans.
Foto/Divulgação -Cláudia em campanha pelo PSTU

Cláudia defende a luta pelas mulheres e negros contra a opressão do sistema capitalista. Professora de serviço social da Universidade Federal do Maranhão, tem 45 anos e uma vasta trajetória na política de seu partido, sendo uma das fundadoras do PSTU no estado maranhese.
A ex-candidata diz, “Dilma não resolverá nossos problemas apenas porque é uma mulher. Mais do que o sexo do candidato, importa é se vai governar com os trabalhadores e qual programa defenderá. Não basta ser mulher, tem de ser socialista”.

Atualmente junto aos professores universitários, sendo parte da direção do sindicato nacional, o ANDES-SN. Doutora pela Universidade Federal de Pernambuco, Claúdia é autora do livro “Limites do Sindicalismo e Reorganização da Luta Social”, onde analisou a experiência de luta dos ferroviários e metalúrgicos do Mara.

No decorrer do primeiro turno as campanhas eleitorais e a imprensa não se falava de uma terceira mulher na briga pelo postulado do Palácio do Planalto, mesmo que indiretamente. Então o receptor da notícia se pergunta, por que não foi de outra maneira? Max Weber tem a resposta. Weber reconheceu a posição única da imprensa como um comércio capitalista de prioridade privada, com duas classes de clientes: leitores e anunciantes. O problema da concentração da imprensa é causada pelas necessidades cada vez maiores de capital.

Por: Suélem Santos

KUNCZIK, Michael
Conceitos de Jornalismo: Norte e Sul: Manual de Comunicação
p.20 e 21. Ed. edusp