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18 de janeiro de 2011
4 de janeiro de 2011
1 de janeiro de 2011
Dilma Rousseff – “Hoje será a primeira vez que a faixa presidencial cingirá o ombro de uma mulher”
| Dilma Rousseff - "Presidenta" do Brasil |
Na tarde desse sábado (1º), Dilma Rousseff, eleita Presidente da República Federativa do Brasil tomou posse no Congresso Nacional. Por volta das 14hs, Dilma partiu da residência oficial da Granja do Torto rumo à Catedral Metropolitana de Brasília, ponto de partida do desfile que antecede a cerimônia de posse.
Foto/Divulgação
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A forte chuva – prevista pelos meteorologistas, mas, esperada para após a passagem de Dilma pela Esplanada dos Ministérios - causou frustração no público presente. A presidente eleita, acompanhada por sua filha, Paula Rousseff Araújo chegou ao Congresso Nacional em carro fechado. O vice-presidente, Michel Temer, veio logo atrás em um Cadillac, 1968, acompanhado por sua esposa Marcela Temer.
O carro presidencial foi escoltado por seguranças que correram a postos ao redor do Rolls Royce. Além das seis agentes que fariam a segurança de Dilma, escoltando-a até o Congresso, outros seguranças reforçaram a comitiva. Quebrando o protocolo, os Dragões da Independência desfilaram atrás dos carros oficiais, para que os cavalos não se assustassem – logo à frente, os “batedores” abriam o caminho.
Por conta da chuva, a equipe do cerimonial rapidamente providenciou os ajustes necessários a programação. As formações de fuzileiros navais e Dragões da Independência que ladeavam o tapete vermelho por onde passariam os eleitos, na rampa do Congresso, foram então transferidas para o Salão Verde e a recepção aos eleitos transferida para a Chapelaria.
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Foto/ Divulgação
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Na Chapelaria, vestindo um tailleur pérola, Dilma e seu vice foram recepcionados pelos presidentes do Senado Federal, senador José Sarney, e da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia – sendo encaminhados ao plenário da Câmara para que fossem empossados.
As 15hs, Dilma e Michel Temer prestaram individualmente o compromisso de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
Ao término do Hino Nacional. De pé, Dilma fez seu primeiro pronunciamento na condição de presidente do Brasil. E ressaltou que por “decisão soberana do povo, será a primeira vez que a faixa presidencial cingirá o ombro de uma mulher”.
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| Foto/Divulgação |
Em um discurso de 40 minutos, ela apontou como prioridade atacar os principais obstáculos que emperram o desenvolvimento do país - citando as dificuldades enfrentadas na educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, entre outras - e prometeu centrar seu governo na erradicação da pobreza e na criação de oportunidades de trabalho para todos.
Dilma reitera que seu “compromisso supremo, é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos”. Além de abrir portas, para que muitas outras mulheres também possam, no futuro, ser “Presidentas” – como deseja ser chamada.
Na Praça dos Três poderes, a cerimônia de posse e o discurso da Presidente no plenário da Câmara dos Deputados puderam ser acompanhados pelo público por meio de um telão posicionado ao lado direito da praça, sentido ao parlatório.
Após discurso, a presidente e seu vice, acompanhados pelos presidentes da Câmara e do Senado, desceram pelo tapete vermelho colocado na rampa do Congresso, já que não chovia em Brasília. Ao pé da rampa, Dilma passou a tropa em revista, ao som da "Marcha da Guarda em Revista", executada pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial. Nesse momento, quatro canhões situados no gramado em frente ao Parlamento dispararam 21 tiros.![]() |
Caminhando bem à vontade, ela foi até onde estava colocada a bandeira do Brasil e a beijou. Depois de trocarem palavras de despedidas com Sarney e Marco Maia, os eleitos seguiram, desta vez em carro aberto, para o Palácio do Planalto.
Lá, no parlatório situado de frente para a Praça dos Três Poderes, Dilma recebeu do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a faixa presidencial e fez um discurso para a multidão que a aguardava.
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Preisente, Dilma Rousseff, recebe faixa presidencial
de Luiz Inácio Lula da Silva
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Texto/edição: Renata Moreira
Fotos: Francisco Stuckert
Apoio: Aleci Dourado e Suelém Santos
Praça dos Três Poderes – recepção à Dilma e despedida de Lula
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| Dona Marisa e Lula acenam ao público |
Na Praça dos Três Poderes o tempo fechado e a previsão de chuva não diminuiu a expectativa do público em dar boas vindas à Dilma Rousseff e de se despedirem de Lula.
À espera de Dilma, por volta das 16h30, Lula e Dona Marisa, do alto de um gabinete do Palácio, de onde é possível ver toda a praça através do vidro, acenaram emocionados ao público presente.
A multidão ao perceber ser Lula ao vidro começou a cantar “Olê, olê, olá... Lula, Lula”.
Por: Renata Moreira
23 de dezembro de 2010
20 de dezembro de 2010
24 de outubro de 2010
Dilma faz campanha na Grande São Paulo
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Foto: Roberto Stuckert Filho |
A candidata do PT à presidência fez campanha para o 2º turno nesse sábado (23/10) na Grande São Paulo. Ao lado do presidente Lula e de Marta Suplicy, eleita senadora, Dilma fez carreata em Diadema e Carapicuíba. Após a passeata houve um breve comício.
Em Diadema, o encontro em carro aberto atraiu uma grande multidão. A população recebeu a candidata e o presidente com flores, chapéus e adesivos da campanha. Os dois distribuíram autógrafos e se aproximaram dos militantes. Em Carapicuíba, o pedido foi para que continuem buscando votos.
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Foto: Roberto Stuckert Filho |
Em seu discurso Dilma pediu para que todos fossem as ruas com a mesma força que demonstraram hoje. Pediu a cada um que pegue sua camisa, sua bandeira e vão de casa em casa pedir votos. A candidata reafirma o compromisso de continuar fazendo por Carapicuíba o que o presidente Lula tem feito.
Lula afirmou que a disputa presidencial é muito mais do que uma escolha entre um homem e uma mulher. É uma decisão sobre que tipo de futuro para o Brasil os eleitores querem.
Por: Francisco Stuckert
Dilma Rousseff e Marina Silva – rumo à presidência
16 de outubro de 2010
Duas mulheres decididas disputam o cargo de gestora maior da supremacia brasileira, a Presidência da República. Que é um marco na história do país não é nenhuma novidade.
No entanto, a trajetória de vida das candidatas em algum momento está entrelaçada por dois motivos: ambas são ou foram do Partido Trabalhista, e sobre tudo, estiveram sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, o então Presidente da República.
Mas o que dizer disso. Por que Lula escolheu à Dilma, ao invés de Marina? Por muito tempo esteve na mídia, e fora usado pela oposição, o fato de Dilma não ter tido nenhum cargo político, no sentido de ter sido eleita por voto direto. Ainda assim, é fato que experiência administrativa não lhe falta.
Luta desigual
Marina Silva, candidata pelo Partido Verde (PV), filiada ao Partido Trabalhista desde a sua estréia na vida política, deixa o partido em decorrência de descordância no conceito “de crescimento material a qualquer custo” em 2009.
Em 16 de maio deste ano, Marina lança a sua pré-candidatura à Presidência, anunciando como seu vice o empresário Guilherme Leal. Sua esperança inicial é que o país saia das eleições com um novo ‘acordo social’, que integre avanços dos governos passados e aponte para uma economia de sustentabilidade.
A candidata não fez acordos políticos nem coligações com objetivo de fortalecer a legenda partidária. Vai para a campanha livre de acordos pré-estabelecidos e de certo modo sozinha para enfrentar seus adversários políticos e a opinião pública, no intuito de conquistar e conscientizar o eleitor sobre a importância do meio ambiente e de suas propostas.
Questionada sobre como governaria sem alianças, Marina responde que as alianças poderão ser compostas após as eleições, assim, terá liberdade para expor seu plano de governo sem interferência ou pressão partidária. E ressalta que o apoio de outros partidos é fundamental para que haja governabilidade.
Já a candidata do PT, Dilma Rousseff, a princípio parece surgir do nada, como por encantamento. Isso porque a sua contribuição para o desenvolvimento do país é explicitamente técnica.
Em sua militância política, encontramos primeiramente a participação em grupos clandestinos de luta contra a ditadura e cumprimento de pena por subversão. Foi fundadora do Partido Democrático Trabalhista (PDT) do Rio Grande do Sul juntamente com seu ex-marido Carlos Araújo. E devido ao trabalho desenvolvido como Superintendente da Secretaria de Minas, Energia e Comunicação do RS, é que anos mais tarde filiada ao PT é convidada pelo Presidente Lula a ocupar a chefia da Casa Civil.
Por toda a sua experiência administrativa, não resta dúvida do seu preparo técnico para assumir o comando do país. O injusto nessa disputa, é o fato da candidata estar sendo resguardada pela influência do alto índice de aprovação pessoal de Lula, que chega a 81,7%, e de aprovação positiva de seu Governo que atingiu 71,4% na última série CNT/Sensus, além da utilização da máquina pública, que mesmo sendo ilegal (e imoral) é usada a largas escalas na campanha política da candidata petista.
Por: Renata Moreira
Fonte: Dilma13.com.br/ minhamarina.org.br / jusbrasil.com.br
23 de outubro de 2010
A Força de Lula nas Eleições 2010
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Foto: Ricardo Stuckert |
A poucos meses de deixar o governo e com uma popularidade que beira a unanimidade – como apontam as pesquisas – Lula regista hoje uma popularadade de 77%.
Entre o eleitorado, 42% dizem que votariam com certeza em um candidato apoiado por ele, e 23% afirmam que talvez votariam. Lula, sozinho, é capaz de influenciar quase dois terços do eleitorado brasileiro.
Devido à alta aceitação da gestão de Lula, muitos apoiadores e também oposicionistas andaram dizendo que Lula é algo maior que o PT. José Dirceu declarou que “Lula é duas vezes maior que o PT” durante um encontro com petroleiros na Bahia, causando grande repercussão nos vários veículos de comunicação.
Lula termina seu governo com a agenda cheia, e como personagem central de sua própria sucessão. Mesmo os candidatos da oposição fazem questão de exaltar as realizações de seu legado.
Um governo com tanta popularidade é um governo com forte possibilidade de fazer sucessão. No Brasil, a popularidade de Lula impulsiona não só a candidatura de Dilma Rousseff, que vem sendo tratado como assunto de prioridade máxima em sua agenda, mas também elegeu governadores, senadores e deputados.
Por: Francisco Stuckert e Renata Moreira
11 de outubro de 2010
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